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A árvore que deu voz a doze tambores
Um freixo caído numa tempestade de inverno deu origem a doze tambores. Fomos seguir onde cada um foi parar.
Histórias de árvores que viraram tambores, bastidores do ofício e o que vai acontecendo à volta das rodas.
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Um freixo caído numa tempestade de inverno deu origem a doze tambores. Fomos seguir onde cada um foi parar.
Não há afinador que sirva. Explicamos o que os dedos procuram quando percorrem a pele de um tambor acabado.
Emprestámos quinze tambores a escolas da Figueira da Foz durante um trimestre. O que aconteceu a seguir surpreendeu-nos.
Duas datas, doze lugares cada. As condições, os preços e tudo o que precisas de saber antes de te inscreveres.
Fazer tambores a dois quilómetros do Atlântico traz um problema que ninguém nos avisou. E uma vantagem inesperada.
Sete pessoas, um gerador que avariou e chuva a mais. Contamos a noite que quase nos fez desistir dos encontros.
O que fazer, o que nunca fazer e os mitos que continuam a circular sobre óleos, água e temperatura.
A procura ultrapassou o que o atelier consegue dar. Explicamos como vamos gerir a lista de espera este ano.
Percorremos os produtores da região a perguntar o que acontece às árvores que caem. A resposta mudou o nosso processo.
Ainda não escrevemos nada nesta categoria.
Uma vez por mês contamos o que saiu do atelier, que datas abrem e que histórias andámos a escrever. Nada mais.
Uma mensagem por mês, nada mais. Sais quando quiseres.
Obrigado — falamos em breve.